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As origens da Catedral do Carmo

Uma breve linha do tempo

1912 – Famílias da colônia italiana manifestam à Igreja o desejo de erguer um templo em honra de Nossa Senhora do Carmo, muito admirada em especial pelos napolitanos.

1919 – Após a doação de um terreno de 4 mil m² pela família Queiroz, a pedra fundamental da igreja foi lançada pelo Pe. Luiz Capra, com recursos das famílias tradicionais da cidade.

1940 – Criação da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, que a princípio fez parte da Arquidiocese de São Paulo. A comunidade foi oficializada como paróquia.

1946 – Inaugurado o relógio da torre, com um mecanismo doado por profissionais da área de saúde.

1954 – No 4º Centenário da cidade de Santo André, os irmãos Enrico e Fernando Bastiglia, filhos de italianos que haviam vencido um concurso, inauguraram parte das pinturas que decoram todo o interior da igreja. Outras partes foram concluídas três anos depois.

1954 – Desmembramento do território da Arquidiocese de São Paulo para criação da Diocese de Santo André, pelo Papa Pio XII. A igreja ainda em obras passa a ser a Catedral Diocesana.

1954 – Dom Jorge Marcos de Oliveira toma posse como primeiro bispo da Diocese de Santo André e muda-se para a cidade.

1958 – Dedicação da Catedral, ou seja, a consagração deste templo a Deus, tornando-se lugar sagrado para o culto divino e celebração dos sacramentos, conforme a tradição católica.